|
Fórmula 1 eletrônica |
Autor: Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva
Iluminet Corporation e Iluminet Foundation
Corrida de carros de fórmula 1 controlado a distância, ou seja, os carros de fórmula 1 que correm nas pistas de diversos países podem ser dirigidos a distância, via controle remoto.
A idéia aqui é desenvolver as tecnologias para veículos controlados a distância, que devem ser uma característica do futuro, principalmente no transporte público (ônibus dirigido a distância), no transporte de cargas (caminhões e carretas dirigidas a distância), nos tratores e colheitadeiras agrícolas, também operadas a distância.
Além disso, outros meios de transporte, tais como aviões de carga, aviões agrícolas, trens, metrôs, navios e barcos, etc poderão ser operados a distância.
No caso da fórmula 1, os veículos operados a distância eliminam o risco de mortes e acidentes fatais. Contudo, os carros de fórmula 1 continuarão acelerando e batendo com a mesma velocidade. Certamente, dessa vez não haverá pessoas dentro deles. Continua valendo a habilidade e a destreza dos pilotos, a versatilidade das equipes, etc, pois os carros continuam correndo nas pistas e sendo dirigidos por pilotos qualificados. A diferença é que os pilotos estarão em cabines de direção e os carros no circuito.
Além disso, a melhor parte é que as equipes terão uma nova preocupação que é desenvolver equipamentos dirigidos a distância com o máximo de eficiência e precisão.
Inclusive, criando novos sistemas e resolvendo os problemas eventuais de cruzamento e interferência de sinais de controle. Cada equipe deverá ter um sinal, em uma freqüência específica, para emitir as ondas eletromagnéticas que dirigem os carros na pista.
Além da direção a distância, esses mesmos veículos também devem utilizar novas formas de energia. Por exemplo, veículos movidos a eletricidade, hidrogênio, biocombustíveis, etc. O que exige o desenvolvimento de motores e baterias mais leves e eficientes, ou seja, tecnologias mais adequadas à nova realidade da cultura da autosuficiência e da sustentabilidade.
Caso as equipes tradicionais não se interessem por essa área, pode-se criar uma nova competição, com carros caminhões e tratores, etc, movidos a distância.
Nesse contexto, um outro negócio que surge são os "rachas", ou seja, aqueles que gostam de apostar corridas podem usar pistas específicas, equipadas com veículos dirigidos a distância, para se divertirem. Uma vez que não há pessoas nos veículos, os acidentes não causam ferimentos. Certamente, nesse caso cada pessoa deverá ter o seu próprio carro, etc.
Outra idéia é fazer um "rally" completamente automatizado, ou seja, com todos os carros, inclusive de socorro, movidos a distância. Mais especificamente dirigidos a milhares de km de distância. Inclusive, cada equipe pode ocupar salas de controle em seus respectivos países e, começando pelo envio de equipamentos, realizar o rally em um local distante. Incluindo, como foi dito, o reparo de veículos, o abastecimento, etc.
Isso, além de aprimorar essas novas tecnologias, é fundamental para explorações espaciais. Por exemplo, para a montagem de bases de exploração em outros planetas, naves espaciais, etc. Havendo desenvolvido eficientemente essas tecnologias para uso no dia-a-dia, a transferência para novos projetos é um passo comum.
Certamente, é preciso diferenciar: uma coisa é um veículo dirigido a distância por uma pessoa, outra coisa é um veículo que se movimenta sozinho, sem nenhum tipo de intervenção humana. Esta última possibilidade depende, primeiramente, do desenvolvimento eficiente e eficaz da primeira.
Em outras palavras, além dessa nova área de entretenimento, os veículos, navios, trens, tratores, etc movidos a distância abrem uma nova área de emprego e renda, ou seja, motoristas de equipamentos operados a distância.
Certamente, isso não é apenas tendência teórica, mas acima de tudo uma exigência e necessidade da cultura da autosuficiência e da sustentabilidade.
Outros textos sobre isto: Sistema de Trabalho a distância - Trabalho a distância no Governo Eletrônico - Presídios com sistema de trabalho a distância.
Pista de levitação
Essa idéia se baseia no fato de que se um trem levita, uma carro, uma skate, uma outro equipamento menor também pode levitar no ambiente adequado.
A idéia pode ser aplicada na construção de uma pista para skate ou na construção de uma pista de fórmula 1 para carros quem levitam.
A construção de uma pista de skate para shopping center e parques de diversão. Implica em construir a pista e construir o skate que levita sobre a pista.
Comparativamente é como construir uma pista de patinação no gelo. Só que aqui não patina, mas sim levita.
Se há uma ferrovia com tecnologia de levitação, também pode existir rodovias com carros que levitam.
Nesse projeto a idéia é construir autódromos com tecnologias de levitação para realizar corridas com carros que levitam.
Considerando que essa será a tecnologia comum no futuro, é preciso ter áreas específicas que promovam o desenvolvimento contínuo dos equipamentos envolvidos.
Dessa maneira a fórmula 1 com carros que levitam e em pista de levitação é um ambiente adequado para o aprimoramento e desenvolvimento acelerado dessa tecnologia.
Inegavelmente, o primeiro passo é construir autódromos protótipos, com carros que levitam nessa pista.
Em seguida as empresas cuidam de desenvolver a tecnologia adequada.
O aprimoramento da tecnologia nesse ambiente protótipo permitirá a solução de eventuais problemas, tornando a tecnologia simplificada e comum para uso no cotidiano das pessoas, encontrando o modelo ,ótimo para uso comercial e para a instalação no dia-dia das pessoas.
A generalização disso é a construção das rodovias que permitem a levitação. Rodovias com pistas comuns e pistas expressas.